sábado, 16 de janeiro de 2016


Chefe ruim e mau.

 

N

ão há nada mais danoso para uma companhia do que ter em seus quadros um chefe desastroso e mau, do tipo que leva pânico a todos os setores sob sua subordinação, implantando um verdadeiro clima de insegurança e tensão. Ele é capaz de desestabilizar emocionalmente o mais calmo dos empregados da companhia elevando os níveis de estresse e ansiedade de todos, isso implica diretamente na capacidade de produzir de cada um com fortes e decisivos impactos nos objetivos da empresa.

Essa figura, apresenta em via de regra, algumas características: Normalmente ele é incompetente, despreparado, prepotente e mais uma outra, bajulador. É próprio de seu comportamento fazer intriga ente os funcionários, põe lenha na fogueira e fica de fora vendo o fogo queimar, essa figura não tem nenhum compromisso com a empresa e ainda se aproveita do cargo em benefício próprio.

Nos tempos de hoje, quando as empresas trabalham no fio da navalha em temperatura máxima, tensão em cima devido à alta competitividade do mercado é preciso manter as equipes o tempo todo motivadas a produzir cada vez mais e melhor, sejam elas de produtos ou serviços. Não há mais espaço para lentos e incompetentes, a agilidade e qualidade de produtos e serviços aliados ao atendimento são de fundamental importância para uma empresa comercial, seja ela de produtos ou serviços, daí a necessidade de as empresas contratarem ou prepararem de seus próprios quadros, pessoas com qualificação para assumirem setores importantes da empresa em cargos de chefia. A empresa precisa ser parceira de seus empregados, em contra partida os empregados precisam assumir uma parceria com a empresa, algo que vá além da expectativa salarial, tipo assumir responsabilidades, vestir a camisa. Mas para isso é preciso ambiente favorável em todos os sentidos. Funcionários e principalmente clientes, precisam ser tratados como um patrimônio da empresa uma joia.

A associação de Psicologia dos Estados Unidos, publicou estudo conclusivo que 75% dos trabalhadores americanos indicam seus chefes como causa principal de seus estresse no trabalho.

O curioso é que esses funcionários embora sufocados e oprimidos tendem a permanecer na empresa na expectativa ansiosa de que a qualquer momento sejam despedidos de seus empregos, um comportamento sintomático de que já estejam padecendo do mal do estresse que age como uma bomba na pessoa, capaz de causar a depressão e morte em casos mais grave.

Francisco Alves de Sousa.

Jornalista / motivação na empresa.

 

segunda-feira, 28 de setembro de 2015


Gestão e Negócio.

Outro dia um amigo meu, me ligou para falarmos de negócios, momento atual, perspectivas futuras, câmbio, dólar, inflação, demanda em queda ...etc. Ele é dono de um negócio que herdou de seu pai, no ramo de agro negócio. Na Época de seu pai, continuou ele a falar, para se empreender um negócio com boas chances de êxito, bastava ter intuição, vocação, um pouco de capital, uma boa dose de sorte e claro, muito trabalho.  Não se tinha muita informação e tecnologia de que dispomos hoje e parece que as coisas eram mais fáceis. Tive o cuidado de escutá-lo muito atentamente sem o interromper, depois quando percebi que já havia falado tudo ou quase tudo, comecei a lhe falar alguma coisa pegando um gancho no seu relato.

Amigo, os tempos de hoje, são bem diferentes de cinquenta anos atrás, porém, os mesmos elementos básicos exigidos naquela época para se empreender um negócio de sucesso, continuam atuais hoje: senso intuitivo, vocacional, capital e serviço.

O que aconteceu de fato, foi que a competitividade, primeiro no mercado interno, depois no mercado externo fez com que os empreendedores tivessem que fazer uso de outras ferramentas para continuarem medindo força no mercado em condição de igualdade.

Os empreendedores tiveram que por força da exigência do mercado se dobrarem a outros elementos que juntados aos básicos, passaram a fazer parte da rotina do empreendedor, seja ele de qualquer atividade ou seguimento.

Aí, o agro negócio como qualquer outro, passou a ser uma atividade para técnicos, tiveram os seus gestores que fazer cursos de preparação e capacitação para a atividade e foi aí que entrou os outros elementos, criar no agro negócio uma estrutura de empresa departamentalizada com controle de:

·        Administração de negócios.

·        Fluxo de Caixa.

·        Produção.

·        Gestão de pessoas.

·        Compras.

·        Comercial.

Toda empresa com foco no crescimento e participação de mercado, tem que se render as regras naturais vigentes, o modelo de gestão da época do vovô, digo, de meio século atrás, já não encontra mais espaço nos tempos atuais, com raríssimas exceções.

O mundo dos negócios exige que as empresas sejam dirigidas por profissionais preparados, verdadeiros(a) líderes, sejam eles seus criadores, ou pessoas escolhidos dos quadros internos da empresa ou ainda vindas de fora.

Uma boa gestão é aquela que valoriza o modelo de parceria com seus servidores.

Bons negócios. Francisco Alves de Sousa / Jornalista

quinta-feira, 24 de setembro de 2015



 O VENDEDOR

Vendedor sempre foi peça chave e fundamental no mundo dos negócios, isto desde que mundo é mundo. É ele quem faz o primeiro contato com o cliente. A venda é um processo que começa na prospecção, abordagem, identificação das necessidades do cliente, apresentação do produto ou serviço até sua conclusão e fechamento.

Incrível como ainda nos dias de hoje, em pleno século XXI, nos deparamos com vendedores despreparados e desatualizados usando técnicas ultrapassadas e ineficientes para o convencimento do cliente a adquirir seu produto ou serviço.

O mundo dos negócios, vem evoluindo muito rapidamente, a concorrência se acirra a cada dia o mercado ficando seletivo, o cliente mais exigente e as empresas cobrando de seus departamentos comerciais, cada vez mais, profissionais de vendas com excelência em atendimento.

Não há nada mais desagradável para o cliente do que ser abordado(a) por alguém que traz em sua fisionomia, a timidez e insegurança, características próprias de quem não tem o traquejo mínimo necessário para o desempenho da função, esse elemento é rotulado como sendo o famoso “tirador de pedidos”. Ele tem como características desabonadoras alguns defeitos: É descomprometido, desatencioso, chega atrasado, vive de mau humor, não tem espírito de equipe, reclama de tudo, da comissão, do calor, do frio, da chuva e até do produto/serviço que vende.

O mercado está muito aguerrido, as empresas precisam primar por atendimento personalizado não há mais espaço para quem caminha olhando pra traz, é preciso olhar sempre para a frente enxergar o futuro, conhecer o tabuleiro.

Diante desse cenário, entendo que quem deseje trabalhar como vendedor, é necessário ser técnico, atualizado e conhecedor do produto que deseja vender e da concorrência similar.

O bom vendedor deve possuir algumas características como por exemplo: Cuidar da aparência pessoal, ser organizado, ter uma agenda atualizada diariamente, estabelecer metas, prospectar e ser persistente.

O cliente gosta de ser atendido com distinção, atenção, cortesia, educação e presteza, é dentro dessa dinâmica que surge a figura do bom vendedor que usando um pouco da psicologia de venda, auxilia o cliente a se decidir sobre a compra.

Vender é mais que convencer clientes a levar o produto/serviço que você vende, é fazer amigos, é fidelizar, é proporcionar a criação de vínculos entre pessoas e a marca que você representa.

Boas vendas.

Francisco Alves de Sousa

Jornalista

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Superando desafios


Superando desafios.

 

         E
stes dias, estava conversando com um amigo, sobre superação, ele está passando momentos difíceis em seus negócios. Em parte, reflexo do momento atual por que passa o país e também por falta de flexibilidade na gestão do seu negócio.

Eu o escutava atentamente, mas enquanto escutava, ia formulando em minha cabeça a seguinte questão: E você meu amigo o que está fazendo para superar estas dificuldades, transformando-as em desafios?

É impressionante o número de empreendedores, profissionais liberais e outros que perdem ótimas oportunidades de fazerem sucesso por focarem apenas nas dificuldades encontradas no percurso de suas vidas (pessoais e profissionais), com isso deixando de enxergar que estas situações desafiadoras lhes proporcionam grandes lições de aprendizado.

Da máquina de escrever mecânica ao teclado do computador, da comunicação via carta simples pelo mensageiro que demorava as vezes um mês para chegar ao destinatário, ao E-mail e Whatsapp, hoje uma comunicação em tempo real, todo o conforto e praticidade em comunicar de que dispomos, surgiram da criatividade de alguém que ousou um dia não ficar parado reclamando de tudo e de todos, regaçou as mangas e fez as coisas acontecerem.

Claro que não devemos ignorar o momento que é de crise, mas somos capazes de enfrentar e superar as dificuldades com criatividade.

Para isso é necessário sair do conforto, descruzar os braços, procurar pensar fora do seu “quadrado” isto é, fazer diferente, ser proativo, ter iniciativa, acreditar, formar parcerias e aprender com os reversos da vida.

Assim, quando a situação estiver incomodando o curso normal dos negócios, reflita que lição você poderá tirar para continuar avançando no seu percurso.

E saiba que na raiz de todo reverso, há sempre uma boa oportunidade de superação.

 
Francisco Alves de Sousa.
Jornalista.

Slogan


Transforme o SLOGAN de sua empresa, numa potente ferramenta de venda.

 

A

 força do marketing publicitário de uma empresa vem em grande parte do seu SLOGAN que deve ser constituído de uma palavra ou frase curta de fácil memorização.

Um bom slogan, convém ser mantido sempre em evidência pela equipe de marketing da empresa, deve estar na cabeça de todo material publicitário seja qual for o veículo, pois ele traduz uma verdadeira proposta de relação entre a empresa e o cliente através de seu produto ou serviço. A equipe de servidores, deve ser bem preparada e motivada a vender o marketing da empresa associado ao seu slogan.

A empresa até pode deixar de usar o seu slogan, mais nunca deve desfigura-lo ou descaracterizá-lo para não comprometer o seu marketing que é a alma da propaganda.

Temos alguns exemplos de SLOGANS que marcaram uma época em suas empresas pela proposta criativa que levava ao público consumidor.

01 – 1001 utilidades (Bombril)

02 -  Tomou doril a dor sumiu (remédio)

03 -  A número 1 (cerveja)

E nos dias de hoje tem dois que eu gosto muito, embora ache que deveriam ser melhor trabalhados.

01 – A frota mais nova do Brasil.

02 – Único dono com garantia.

Uma peça publicitária visando a promoção de algum bem, produto ou serviço, deve levar em conta além da mensagem do slogan, outros fatores de relevância como: Mercado, concorrência, produto e aquilo que chamamos de impacto da mensagem que é o DESTAQUE.

O mundo dos negócios pode ser comparado a um navio em alto mar, há momentos de calmaria e tranquilidade mais também existem outros momentos que são de turbulência com preocupação e medo para tripulantes e passageiros.

Vivemos hoje em nosso país um momento de crise política e econômica, eu diria que ela é mais política do que outra coisa, as instituições se fragilizando, o mercado nervoso, nossa moeda perdendo valor frente a moeda americana e afetando diretamente a importação de insumos para a indústria brasileira deixando o empresariado em polvorosa.

Isso traz inflação, retenção de demanda, desemprego, greves e aumento de impostos, esse último como saída do governo para equilibrar as contas internas (30 bi).

É neste senário de incertezas temporária que entra em sena o profissional de marketing publicidade e propaganda como aliado e parceiro do empresário para manter a estima e o apetite do consumidor.

Francisco Alves de Sousa

Jornalista.